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domingo, 22 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
Ecoa na minha cabeça a mesma frase vezes sem conta. Sinto-me perdida, e acabo por deixar cair uma lágrima e, de seguida, outra. O que se passa comigo? Não estou em mim. As paredes sufocam-me e não consigo olhar para o exterior do quarto, através da janela. Olho em meu redor e noto que tenho roupa lavada e a cama feita. Consigo perceber que esteve lá alguém, mas, oh, não me consigo lembrar quem. Vejo um rosto familiar caminhar até a mim e a sussurrar-me qualquer coisa ao ouvido. «Volto ainda hoje para te buscar, prometo.». Reconheço a voz. Penso em perguntar um monte de coisas, mas o silêncio, de novo, foi mais forte. Deixo-me tombar. Tenho uma carta na mão, e consigo perceber que é composta apenas por quatro ou cinco frases, mas não a consigo ler. Vejo as letras turvas e não consigo sentir o verdadeiro sentido das palavras e o remoinho forte que provocavam no meu coração, como outrora. Sinto-me vazia e deixo cair, de novo, uma lágrima pelo canto do olho.
Oiço vozes e limpo as lágrimas. Oh, como me sinto feliz. Ela voltou e cumpriu o que prometeu: trouxe os anjos para me ajudarem a acordar deste maldito pesadelo.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Como está o tempo, hoje .. Tão triste, carregado e com tantas nuvens perdidas no escuro. É como uma réplica da minha alma, do meu estado de espírito. As gotículas de água a que estamos acostumadas a chamar de chuva, são as minhas lágrimas. E, oh, como me está a custar passar este dia sem a tua presença, sem as tuas palavras de apoio. Estás aqui tão perto de mim, mas estamos tão longe do pensamento uma da outra. Porque é que o mundo teima em tirar-me quem mais amo? Deixa-me adivinhar: porque as coisas boas, não duram para sempre. E que confusão que isso me faz .. Lembraste do que me disseste à um ano? "A vida não é justa, minha querida, nunca foi."? Agora, anda sempre comigo no pensamento. Dizias-me sempre toda a verdade de uma forma tão segura que não me mostrava medo e agora que o céu me caiu em cima, tenho medo. Medo da vida, medo de viver. Medo das pessoas que não conheço, mas principalmente das que conheço, porque sei do que são realmente capazes de fazer. E, como eu confiava em ti. Contava-te tudo sobre a minha vida, e eu sei que te preocupavas comigo e com o meu bem-estar. Agora, para onde foi essa preocupação? Diz-me, por favor. O tempo não está a acalmar e, oh, a minha alma também não.
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