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domingo, 5 de agosto de 2012


Pergunto-me o que aconteceu ao amor. Se estará perdido, farto ou zangado. Se quem o tem, o sufoca e o obriga a morrer um bocadinho mais a cada dia que passa. 
Procuramos por ele. Em qualquer lado, em qualquer altura. Preparamos reforços para quando o sentimos e analisamos. Já nem existem borboletas na barriga. Voaram todas e não encontram o caminho de volta. 
Perguntamos por ele. Interrogamos-nos quando irá voltar, sabendo bem que o amor só se encontra uma vez na vida. Os outros seres que por nós passaram com a palavra "amor" na boca são só seres enfeitiçados pela magia da paixão. 
Solicitamos a presença dele. Na vida, na morte e na sobrevivência. Não importa a forma. Não importa o lugar. Não importa o tempo. É a lei da vida, é a lei do amor. 

terça-feira, 17 de julho de 2012


O amor, quando grande, mata. Não tem fronteiras, nem obstáculos. Empurra demasiado para o abismo da vida. Até ao vácuo, até ao negrume. Não bate à porta para pedir permissão; ele comanda até naquilo que dele não é. Entra devagar e entrega-se ao teatro. Reinterpreta personagens, que há tempos, participavam em histórias e contos populares. Alimenta-se tão rápido quanto o vento na avenida. Mente, batota. Abre as mãos para oferecer amor, triturando o ódio presente nos corpos sangrentos do universo. Consome almas dos mais necessitados e oferece vida à escuridão. Respira vida, cospe corações. Admite-me que lhe dói o órgão vital quando alguém lhe tenta tirar o negrume que oferece a muitos. Também sofre, também sente. Tem medo de ganhar alma, coração e um corpo que sente tudo o que sucede.
O amor, quando grande, mata. Mas, agora, quando sente? Falece.

terça-feira, 19 de junho de 2012

O ódio gera o amor. Não tem mãos a medir, não profere, não engana. É exacto. Oh, se é. Nasce no amor. Envelhece no amor. Enraivece, entristece, enfurece. Não importa a dor provocada, pois, no final, não estará presente. O ódio mata. O amor alimenta. O ódio afasta. O amor aconchega. 
É um ciclo vicioso, quase mortivo, creio eu. Não poderei falar com tanta exactidão, não poderei narrar com precisão. Não falarei de detalhes, mas criticas serão bastantes, daqui em diante. Aliás, sempre foram inúmeras. Tento guarda-las somente para mim, mas vejo a minha alma abrir-se rapidamente com esperanças que alguém a compreenda. E lá vão elas. Todas em filinha para poderem desabafar com alguém que as perceba. Elas, as duvidas. E eu, a alma vazia com esperanças que um doce amor apareça. Sem ódio, sem maldade, sem rancor. 

sábado, 16 de junho de 2012


Vê o teu reflexo no espelho e sorri. Chama o meu nome em voz alta vezes sem conta. Sem medo, sem receio. Faz uma casa na árvore mais próxima e solicita a todos que estás feliz. Acende um fósforo e queima os restos de inseguranças que estão presentes em ti. Viaja até Marrocos ou Paris e encontra em ti a luz que falta para concederes o brilho à tua alma. Faz o pequeno-almoço para dois e deixa torrar o pão demasiado. Corre na direcção do microondas quando a campainha tocar e, por fim, atende o telefone que tanto chama por ti. Não deixes o cão à espera para a sua corrida matinal nem esperes pelo pôr-do-sol. O amanhecer pode esperar, mas as estrelas não conseguem aguardar muito tempo sem um beijo de boa noite. Explora o oceano e talvez me encontres do outro lado à tua espera. A regar o jardim do amor e a primavera da vida.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Tenho medo do amor. Fobia, até. Tenho medo das borboletas na barriga e dos calores repentinos. Tenho medo que me roube todas as flores que presenciam o jardim da felicidade. Tenho medo dos versos proferidos e das canções cantaroladas em conjunto. Tenho medo de não demonstrar e de não receber. Mas não acredito no amor. Não acredito, mesmo. Ele vem e vai, muitas vezes, sem voltar. Parte corações e nem deixa o manual de instruções entre mãos daqueles que o merecem. É, o amor é ruim. Doentio e hipócrita. Destrói quem sente e enriquece quem fere. É por isso que o amor e o ódio tantas vezes estão ligados. O ódio, muitas vezes, até que é melhor que o amor. Não esconde, não omite. Não encobre, não mata.
Sabem? Tenho medo do amor, mas não o conheço. Não o vejo entre os dedos, mas sei que ele corre sempre na direcção oposta da minha alma. Somos imortais os dois. É, eu sou a liberdade. E ele, ele é o amor. Individuo doentio que tantas vezes afunda e abisma os outros. 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

É um risco amar.

terça-feira, 15 de maio de 2012

"Everyone has a destiny. You were mine."

quinta-feira, 10 de maio de 2012

"Snoopy: Porque o amor dói tanto?
Woodstock: O amor não doi, tonto, o que dói é não ser amado."