Admira-me a falta de capacidade que todos temos. Que todos admiramos, que a todos surpreende. Desconhecemos o abismo, o invulgar e o perigoso. Ignoramos as definições, os significados de cada qual. Possuímos uma excelente habilidade ao julgarmos o incógnito e ao valorizarmos o desencanto. Ao encontrarmos a verdade num poço de mentiras e a luz ao fundo do túnel. Certificamos a lealdade e perdoamos o fatal. Compramos a exactidão e abandona-mos a honradez. Corremos para o erro e tombamos para a queda. Falamos da morte e não existimos na vida. Não criamos, não confeccionamos. Somos humanos, somos clementes. Seres indulgentes, insistentes.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
"Do you know why we turn people? It's not some oneway ticket to get out of lonerhood. One: We need someone to do our dirty work. Two: Revenge. Three: Boredom. But you know, that never turns out well. And then, you know, there's the obvious one. When you love someone so much that you'd do anything to spend all eternity with him."
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Sou mais complexa do que a normalidade do dia-a-dia. Falo de regras, de convicção. De respeito e propósitos.
Não tolero a falta das palavras nem a ausência de maneiras. Respeito o normal e o próximo. Não consigo conviver com pessoas politicamente correctas. Falta-lhes o pigmento essencial, a complexidade fundamental. Aprovo idiotice apropriada, mas não consinto estupidez a tempo inteiro. Não sou séria o tempo todo. Longe disso, agora asseguro. Tenho quase sempre um sorriso formado em ângulos bem visíveis para todos. Quem me conhece, sabe-o bem. Afugento mentirosos, mas consigo cair em toda a falsidade que me proporcionam. Delicio-me, assim dizendo, com uma boa e verdadeira amizade. Amigos falsos, claro está, ficam do lado de fora da fechadura.
Sou mais complexa do que um livro aberto com as páginas completamente em branco. Não engano, mas batoto.
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