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domingo, 1 de julho de 2012

Quando amo, amo de coração. Não existem metades, não existem incertezas. Não tolero as típicas conversas programadas de que toda a gente tem conhecimento. Consigo formar amizade com alguém virtualmente. É um meio do qual conheço bem e não receio. A vida real assusta-me mais. Não abro a mente nem a alma. Aviso logo. Não oculto nem demoro. É quase como um letreiro. «Não me abro a mentes estranhas.». Tenho que conhecer, saber de cor cada traço. Crio laços, uno corações.
Parece demasiado árduo, sabem? Não o é, posso afirmar. Quem tem o plano bem traçado, consegue-o sem obstáculos. Quem mente e engana, não tem meta para alcançar. Está já interdito ao tentar segunda vez.  

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Sou mais complexa do que a normalidade do dia-a-dia. Falo de regras, de convicção. De respeito e propósitos.
Não tolero a falta das palavras nem a ausência de maneiras. Respeito o normal e o próximo. Não consigo conviver com pessoas politicamente correctas. Falta-lhes o pigmento essencial, a complexidade fundamental. Aprovo idiotice apropriada, mas não consinto estupidez a tempo inteiro. Não sou séria o tempo todo. Longe disso, agora asseguro. Tenho quase sempre um sorriso formado em ângulos bem visíveis para todos. Quem me conhece, sabe-o bem. Afugento mentirosos, mas consigo cair em toda a falsidade que me proporcionam. Delicio-me, assim dizendo, com uma boa e verdadeira amizade. Amigos falsos, claro está, ficam do lado de fora da fechadura. 
Sou mais complexa do que um livro aberto com as páginas completamente em branco. Não engano, mas batoto. 

quinta-feira, 10 de maio de 2012


Rapariga tensa, nervosa, inquieta. Delicada, apaixonada pelo mundo, desiludida com a vida. Harmoniosa, melancólica, prestigiosa. Solitária, melhor amiga da solidão.
É um novo mundo, uma nova realidade. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, costuma-se dizer. Que realidade tão obscura. Até mete medo, creio eu. 
Ela segue o mundo, não tem receio de perder tudo. «A vida já é uma perda total», narra ela no seu caderno de capa dura. Pessimista. Duvida de tudo e receia todos. Afirma que nada nem ninguém a irá iludir novamente. Determinada. «Perdi-me uma vez, mas, no entanto, encontrei uma bússola. Agora anda sempre comigo. Não me vou perder». 
Escolhe a ironia para dizer certas coisas que ninguém tem capacidade e coragem para expor. Honesta.
Oh, desculpem. Que erro gravíssimo que acabei de cometer. Não apresentei a rapariga. Prazer - estendo a mão.- esta sou eu.