quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Se te dissesse que acreditava em vampiros, dizer-me-ias que era louca. Contudo, não somos todos loucos por acreditar no desconhecido?
Estes assuntos baralham-te. Sei bem que me irias pedir para parar de pronunciar tal palavras e isso iria deixar-me aborrecida. Mas eu não tenho medo de criaturas maravilhosas. Tenho medo da raça humana. Chamar-me-ias obcecada e eu revirar-te-ia os olhos. És medonho por não acreditar em tal coisa.
Hoje, não quero apaixonar-me por ti. Não quero sentir borboletas na barriga nem o espírito preso a alguém como tu. Não quero afixar os meus olhos, nem sorrir para ti. Não quero chorar por ti. Não quero chegar a casa e ter vontades súbitas de te enviar mensagens. Não quero escrever para ti. Não quero ler conversas antigas, nem observar fotografias do passado. Não quero associar-te a musicas. Não quero esperar por ti ao fim do dia. Não quero pensar em ti, nem no teu maldito feitio.
Hoje, não quero saber de ti.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
É o terceiro texto que para ti escrevo e arrependo-me cada vez mais de o fazer. Contudo, é inevitável negar-te o óbvio que, para mim, é a escrita. Costumam dizer que as pessoas são mais sinceras quando redigem notas para alguém querido. Até hoje, nunca me apercebera do quão sábio era o Homem que afirmou tal coisa. Através de cartas, irei revelar-te o pior e o melhor de mim. No entanto, estas nunca (te) serão entregues, pois irás revelar cada traço meu naturalmente. Sem pressas, sem desentendimentos. Espera pela minha caligrafia especialmente redigida para ti. Será desvendada assim que me revelares o teu amor.
A filosofia é idêntica ao amor, pois, embora séria, não se justifica. Não capta palavras, orienta-as. Não anota sentimentos, grava-os para, um dia mais tarde, recordar. A filosofia é idêntica ao amor, pois são ambos feitos do desconhecido, da incógnita e do oculto. São matérias terrivelmente inseparáveis e indivisíveis. A filosofia é idêntica ao amor, pois interpreta almas e representa corações.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Quero ouvir-te dizer "não quero, tenho namorada." Quero ver-te nos olhos o orgulho, a vaidade e a magnificência apenas por me teres contigo. Quero sentir-te feliz a 100% quando afirmares que queres ficar comigo para a eternidade. Quero tocar-te no rosto antes das minhas idas para o estrangeiro. Quero contar-te como te conheci e retratar-te como foi a minha infância. Quero ler-te o meu livro e desenhar-te a minha alma. Quero visitar-te ao almoço e cozinhar o teu jantar. Quero ser quem te impressiona a visão e quem altera os batimentos do teu coração.
domingo, 8 de setembro de 2013
Nem sempre quem vive, sente. Nem sempre quem visualiza, reflecte. Nem sempre quem fala, pensa. Nem sempre quem ganha, vence. Nem sempre quem gosta, ama.
No entanto, contigo é diferente. Eu vivo e sinto. Eu visualizo e reflicto. Eu falo e penso. Eu ganho e venço. Eu gosto e amo. Contigo é diferente. É adjuvante e reconfortante.
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