sexta-feira, 26 de outubro de 2012
"You know, the smallest thing can change a life. In the blink of an eye, something happens by chance - and when you least expect it - since we’re on a course that you could have never planned, into a future you never imagined. Where will it take you? That’s the journey of our lives: our search for the light. But sometimes, finding the light means you must past through the deepest darkness." Nicholas Sparks
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Já sem apetite, escrevo somente para ti. Com a cabeça nas mãos e com o coração já não sei onde. Na mesma região que a tua pessoa. Espanha, Lisboa ou Miratejo. Qual deles escolhes? Pergunto-te.
Aqui, já sem voz e alma, pergunto-me por ti. Pela pessoa que eras. Na que te tornaste. Não é a mesma. Só que é mais fácil declarar que fui eu que mudei. Culpa minha, estragos meus.
domingo, 21 de outubro de 2012
Vejo-te ao longe. Demasiado, até. Estimava-te comigo, nas longas noites de Inverno. Não me vês, nem sequer tentas fazê-lo. Então, desabo e tento correr. O corpo não deixa. Não desisto. Tento chamar-te, mas nem eu própria me oiço. "Mudaste", sussurro. Tapas os ouvidos e corres. Sou mais rápida que tu, admite. Escorregas nas folhas secas. "Merda para isto." Tapo-te a boca, embora não me sintas. Não eras assim. Nunca foste. Nem eu era assim, afirmo(-me). O tempo muda, mas as pessoas não.
Abano-te e tu não sentes. "Desisto". Afinal, uma parte de mim derreteu. E a outra continua em mim. Só que a km's de distância.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
Decoro novos monólogos. Rapidamente, imagino-os proclamados num enorme vazio, pintado de branco, com pessoas à escuta. Não muitas, para ser sincera. Com a caneta na mão, escrevo. À velocidade da luz, como dizem. Não aquilo que decoro, mas aquilo que referencio. E as pessoas olham-me piedosamente, com medo de um futuro tão igual ao meu. Sei lá eu se tenho futuro. O que vou fazer. Com quem vou estar. Sei lá eu se utilizarei palavras como estas ou formarei frases de igual forma. Sei lá eu compreender-vos. Falo para fugir ao medo, às intrigas, ao mistério. E vocês, de olhos enormes, olham para mim com medo da reacção seguinte. Mas que hei-de eu fazer? Ajoelhar-me à vossa pessoa para jurar que nada vos faço? Pois, bem, não o irei fazer. Nem hoje, nem amanhã. Nem até mesmo, num futuro longínquo.
Decoro novos monólogos. E rapidamente os repito: "Nem hoje, nem amanhã. Nem até mesmo num futuro longínquo."
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
«É um campo de visão enublada. Turvo e nada composto. Onde as lágrimas escorrem sem razão aparente. Sem o motivo claro, transparente.»
Escuto com atenção todos aqueles que me rodeiam. E limpo o rosto. Como quem não quer responder a um interrogatório alongado. E sorriu. Para acreditarem numa mentira mais falsa que o dito fim do mundo. Aceno adeuses às pessoas, como quem desfila numa passadeira paralela às ruas de Lisboa. Vozes sinistras. Olhares ferozes. Já não vivo neste mundo.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
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