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segunda-feira, 2 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Cada vez gosto mais do meu quarto. Principalmente, nos momentos mais escuros. É o único que me refugia e me afasta de todos os comentários e palavras alheias. Estou em crise. Mais nervosa do que sei lá o quê e quase a cair para o lado. As pessoas percebem e, no entanto, o que é que fazem? Nada. Rigorosamente nada. E eu já devia de esperar, visto que cada um sabe de si. Só que dói. Magoa. Enraivece. Faço os impossíveis pelas tão desejadas notas e quem é que recompensa o meu esforço? Ninguém, novamente. Passo fins-de-semana fechada, manhãs isolada de todos com a cabeça afundada nos livros. Vou até ao século IX e XX entrar em contacto com os réis e com os Duques. Afundo-me na praia dos números e lá consigo trocar um mais por um menos nos tão conhecidos sistemas. Abraço a literatura e a filosofia sem as deixar ir. E sei de cor todos os recursos presentes na vida humana. De que isso me serve? Não fico assim tão mais culta. Enfim, vou regressar à Bioterra. Ela que me salve de tudo isto. Oh, que me salve.
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