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quarta-feira, 25 de abril de 2012


Eu não sei o que escrever nem que letras irei utilizar. Anda tudo tão monótono, tão estranho, que nem parece vindo de mim. As palavras ganham vida, na minha alma, nos momentos mais inoportunos, isto é, quando não tenho sequer uma folha na mão. E quando quero escrever neste pequeno mundo parece que nada é bom o suficiente para publicar. Nada do que escrevo ou faço é bom o suficiente para ser vivido. E vocês entendem-me. Proferem-me palavras de apoio, mandam-me, por cada comentário, um bocadinho de força e é isso que me faz seguir em frente. E sabem? Muitos de vocês são mais fiéis e importantes do que muitos amigos que convivem comigo no dia-a-dia. Vocês, que nunca viram o meu aspecto físico, conhecem a minha alma de cor e sabem todas as minhas cicatrizes. Nunca me julgaram por isso nem nunca me atiraram nada a cara. E, oh, como vêm as palavras não andam no seu melhor, mas prometo-vos que irão voltar mais belas do que alguma vez escrevera. E, só para terminar, queria agradecer a todos vós por tudo, principalmente, pelas amizades aqui criadas. Que a felicidade esteja sempre convosco e, se não tiver, mandem-na vir pelo correio. Eu irei lá certificar-me e mostrar a todos que vocês merecem. 

sábado, 21 de abril de 2012

Onde andam vocês, corações? Sinto falta de ler cada palavra que me escreviam. Voltem em breve, por favor.