Sentar-me no parapeito da janela, era sinónimo de não estar bem. Fazia aquele movimento sempre que estava desiludida com o mundo ou triste comigo mesma. E aquele lugar, dava-me sempre segurança. Fazia-me pensar. À dias, sorria que nem uma tola, amava um rapaz mais do que ninguém no universo e protegia-o como se não houvesse um amanhã. Todos me diziam que estava apaixonada, que o amor me tinha batido à porta. E eu.. Eu acreditei. E foi a partir desse dia que comecei a acreditar em tudo o que me diziam e em todas as juras que me fizeram. A maior delas foi claro, um para sempre. Lembro-me tão bem, como se fosse hoje. Cheguei a casa, nesse dia, toda animada.. Nem parecia a mesma.. Mas pelo lado positivo, sabem? Senti-me bem e não me abalava com as críticas dos outros, porque tinha a melhor pessoa que me podia ter aparecido, a meu lado. Passado uns tempos, as coisas começaram a complicar-se. As juras afinal não foram eternas, e talvez eu tenha sido só mais uma, tentando ser a certeza, na esperança de ser um para sempre, mas parando sempre pela metade. Agora, ou melhor, com o tempo, fiquei mais selectiva. Não só nas juras e nas promessas, mas também nas pessoas que por muito tempo foram parte de mim, e que agora, já pouco ou nada interessam. Com o tempo, fui esquecendo as coisas pequenas e fúteis que já não valem a pena. Agora, só me resta agradecer às pessoas que não desistiram de mim, quando até eu mesma já tinha desistido.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
200 seguidores!
Meus amores, chegamos aos 200! YEAAAAAAAH! Acreditem, que nunca pensei que fossemos tantos, aliás, nem sequer sonhava que iríamos ser metade dos que somos hoje. Tudo isto é graças a vocês, meus pequeninos. Quero agradecer-vos por todos os comentários, por todas as palavras queridas que me têm dado e por todas as amizades que criei cá. Já não sei viver sem este pequenino mundo e sem as vossas doces palavras. Um sincero obrigado a todos!
sábado, 8 de outubro de 2011
Olho para o horizonte, e lembro-me dos nossos momentos. Não estava a espera, para ser sincera. Pensei que já tivesses desaparecido do meu pensamento como, uma folha de papel que em tempos, fora queimada. Mas, lembro-me tão bem de todos os detalhes das nossas conversas, do teu sorriso e do brilho do teu olhar. Lembro-me tão bem de passar horas e horas ao telefone contigo e a rir-me tão alto que até o meu irmão me perguntava se me estava a sentir bem. Agora, tudo isso desapareceu. Agora, o meu riso está preso pelas lágrimas que me proporcionas-te e pelas que (ainda) proporcionas. E o meu coração está mais fraco do que nunca. E o que mais me custa é saber que consigo sentir o teu cheiro na minha roupa e ouvir o teu riso no meu ouvido. Sabes? Consigo sentir-te mesmo estando longe de ti.
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