sábado, 24 de setembro de 2011

Sem Medos- XXXIII

Momentos depois:
-Já podem entrar.- Sorriu.- Mas tenham cuidado, porque ela ainda está muito frágil. 
(...)
Entramos no quarto e vimos a Ana ao lado do Jonny. Ambos estavam em mau-estado, mas o Jonny era o que estava pior. Ainda não tinha acordado do coma. A Ana batera com a cabeça na janela com alguma força, o que chegou para lhe fazer um pequeno golpe na testa. Ouvimos a Ana a rezar para que Deus ajuda-se o Jonny. Decidimos bater à porta:
-Podemos entrar, filha?
-Pai.- Abraçou-me. Sentia-a da mesma maneira de quando ela nasceu. Pequenina e frágil.
-Como é que estás, mana?- Interrompeu o Pedro.
-Estou bem, foi só um susto, para mim. Para o Jonny é que não foi .. 
-Ele vai ficar bem, querida. Mais uns dias e já o tens lá em casa, como antes.-Disse o meu pai de forma a encorajar-me. 
-E se isso não acontecer, pai? O que é que vai ser de mim?
-Atitude positiva, querida. Não vamos falar do que poderá vir a acontecer. 

 (Continua ..)

26 comentários:

  1. oin muita obrigada! e que ternura isto:))

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  2. há pessoas que preferem não perceber a verdade é mt difícil (:
    Adoro o teu <3

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  3. Estou a gostar imenso desta história, e ansiosa por ver o desfecho :')

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  4. muito obrigada *-*
    como ainda ninguém meteu 'gosto' estava receosa xb
    tirei a uma amiga minha essa do cigarro :)

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  5. ok, fui ver agora e já tenho alguns xb

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  6. obrigada princesa ♥
    tens de me dar o teu email (:

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  7. aiai adorei querida continua rapidinho hihi <3

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  8. espero q isso passe de mais desilusões a mais felicidade, pois tu sabes e fazes textos, perfeitos !

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  9. conseguiste dar grande enredo à história o:

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