terça-feira, 2 de junho de 2015

Tudo o que não é dado, perde-se.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Procuro-te, mas não te encontro. Ou então és tu que me procuras e nao me encontras por estar ocupada a procurar-te e a não encontrar-te. Procuras-me, mas não me vês, não me tocas, não me sentes. E eu procuro-te, mas não te oiço, não te cheiro, não te apanho. E tu não me encontras, porque nao me encaras. E eu não te encontro, porque não te tenho.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Nao te quero por metades. Quero-te inteiro, com certezas. Quero-te aqui, já e agora. Mas não te quero aqui por quases: quase que resultou, quase que durou. Quero-te muito mais que ontem à noite, mas muito menos que amanhã de manhã. Quero-te só, somente e apenas a ti. Por isso vem. Fica. Hoje quero-te comigo.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Quem diz que o amor morre, mente. O amor não morre com a idade: o amor aumenta. Um beijo passa a um abraço; um elogio a uma palavra de força. E quem o nega, que se instrua. Que se apaixone de novo até nascer o sol. Que se perca nos olhos de outrem e que se encontre nas palavras sinceras de um outro corpo que lhe espera. 
Quem diz que o amor mata, mente. Ninguém morre de amor, ninguém morre de paixão. Há sim quem morra de desgosto, mas morrer de amor não se morre. E quem o nega, que se cure.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Não quero ter medo para sempre. Medo do desconhecido, do improvável, do incerto. Não quero fechar os olhos com medo da realidade; não quero gritar até perder a voz. Não quero ter medo com o corpo inteiro; nao quero perder o folgo. Quero viver com a imensidão de desejos e com infinitos sonhos. Quero viver hoje sem ter medo do amanhã.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Nem sempre vejo o amor com olhos de guerra. Observo-o de perto, demasiado perto, no interior dos corações. Encontro-o coerente, motivado, proporcional ao desejo dos homens. Observo-o formalmente como quem espia o futuro sem ter medo do presente. Observo-o de perto para não visualizar o cenário de guerra, de perda, de dor. Vejo o amor com olhos sádicos, melancólicos e  suprimidos.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Se pedir para me desprezares, não ignores. Permanece no silêncio de um olhar e na amargura de um abraço. Se pedir para me contemplares, não ignores. Observa-me de olhos fechados e protege-me com o coração. Se pedir para me relembrares, não ignores. Indaga erros e folheia razões. Se pedir para conversar, não ignores. Questiona o amor e afirma o ódio. Se pedir para me decifrares, não ignores. Remexe-me o ser e agita-me a alma.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Aprendi que o amor não tem idade ou facetas. Que a felicidade vem de dentro e é exclusiva. Que os amigos se contam pelos dedos da mão e, muitas das vezes, nao chegam a completar uma dúzia. Que a família é um bónus de Deus e o ódio um presente do Diabo. Que a vida não é mais que um livro aberto, sem definição e conteúdo próprio. Que a morte é indefinida e a doença incerta. Que a esperança é desconfortável e o medo passageiro. Que a música é vida e a felicidade também. Que os homens não se alimentam do querer e aprovam a vingança. Mas, essencialmente, aprendi que viver não é sinonimo de sobreviver: é amar, confiar, perdoar. 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Vejo em ti todos os vocábulos jamais narrados. Porque melhor que tudo, és tu. Melhor que o mundo, que a lua, que o sol. Melhor que a Terra, que a Água, que o Ar. Porque melhor que todos, és tu. Melhor que as fadas, que os duendes, que os dragões. 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Desisto de tudo à primeira.

domingo, 22 de setembro de 2013

Procuras por mim em cada mulher que encontras.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Se te dissesse que acreditava em vampiros, dizer-me-ias que era louca. Contudo, não somos todos loucos por acreditar no desconhecido? 
Estes assuntos baralham-te. Sei bem que me irias pedir para parar de pronunciar tal palavras e isso iria deixar-me aborrecida. Mas eu não tenho medo de criaturas maravilhosas. Tenho medo da raça humana. Chamar-me-ias obcecada e eu revirar-te-ia os olhos. És medonho por não acreditar em tal coisa. 
Hoje, não quero apaixonar-me por ti. Não quero sentir borboletas na barriga nem o espírito preso a alguém como tu. Não quero afixar os meus olhos, nem sorrir para ti. Não quero chorar por ti. Não quero chegar a casa e ter vontades súbitas de te enviar mensagens. Não quero escrever para ti. Não quero ler conversas antigas, nem observar fotografias do passado. Não quero associar-te a musicas. Não quero esperar por ti ao fim do dia. Não quero pensar em ti, nem no teu maldito feitio.
Hoje, não quero saber de ti.
Que descansem em paz todos aqueles que morreram inocentes à doze anos atrás. A todos os familiares e amigos, uma grande dose de coragem.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

É o terceiro texto que para ti escrevo e arrependo-me cada vez mais de o fazer. Contudo, é inevitável negar-te o óbvio que, para mim, é a escrita. Costumam dizer que as pessoas são mais sinceras quando redigem notas para alguém querido. Até hoje, nunca me apercebera do quão sábio era o Homem que afirmou tal coisa. Através de cartas, irei revelar-te o pior e o melhor de mim. No entanto, estas nunca (te) serão entregues, pois irás revelar cada traço meu naturalmente. Sem pressas, sem desentendimentos. Espera pela minha caligrafia especialmente redigida para ti. Será desvendada assim que me revelares o teu amor. 
A filosofia é idêntica ao amor, pois, embora séria, não se justifica. Não capta palavras, orienta-as. Não anota sentimentos, grava-os para, um dia mais tarde, recordar. A filosofia é idêntica ao amor, pois são ambos feitos do desconhecido, da incógnita e do oculto. São matérias terrivelmente inseparáveis e indivisíveis. A filosofia é idêntica ao amor, pois interpreta almas e representa corações. 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Quero ouvir-te dizer "não quero, tenho namorada." Quero ver-te nos olhos o orgulho, a vaidade e a magnificência apenas por me teres contigo. Quero sentir-te feliz a 100% quando afirmares que queres ficar comigo para a eternidade. Quero tocar-te no rosto antes das minhas idas para o estrangeiro. Quero contar-te como te conheci e retratar-te como foi a minha infância. Quero ler-te o meu livro e desenhar-te a minha alma. Quero visitar-te ao almoço e cozinhar o teu jantar. Quero ser quem te impressiona a visão e quem altera os batimentos do teu coração.
Um página branca rabiscada e um café morno já sem vida são tudo aquilo que preciso para te narrar. Contudo, as palavras perdem-se entre dedos e desaparecem de uma alma transparente. Já sem inspiração, tento afirmar e redigir aquilo que tanto temo: já não sei viver sem ti

domingo, 8 de setembro de 2013

Nem sempre quem vive, sente. Nem sempre quem visualiza, reflecte. Nem sempre quem fala, pensa. Nem sempre quem ganha, vence. Nem sempre quem gosta, ama.
No entanto, contigo é diferente. Eu vivo e sinto. Eu visualizo e reflicto. Eu falo e penso. Eu ganho e venço. Eu gosto e amo. Contigo é diferente. É adjuvante e reconfortante. 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Happiness is a combination of love and comfort. Friendship and romance. Comedy and confidence.