terça-feira, 29 de setembro de 2015

Sou como o cigarro que fumas e deitas para o chão. Intenso, breve e saboroso. Sou como o alcool que bebes e repetes. Ardente, tóxico e impetuoso. Sou um vicio que vem e ja não vai. Que deixa marcas e cicatrizes. Sou um vicio mundano com influencias cosmopolitas. Sou um rastro daquilo que chegou tarde e partiu cedo. Sou como a droga que deteriora e envenena. Mato por dentro e corroo por fora. Sou como a sombra que tentas apanhar e te foge pelos dedos. Vaga, veloz e perdida.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Tudo o que não é dado, perde-se.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Procuro-te, mas não te encontro. Ou então és tu que me procuras e nao me encontras por estar ocupada a procurar-te e a não encontrar-te. Procuras-me, mas não me vês, não me tocas, não me sentes. E eu procuro-te, mas não te oiço, não te cheiro, não te apanho. E tu não me encontras, porque nao me encaras. E eu não te encontro, porque não te tenho.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Nao te quero por metades. Quero-te inteiro, com certezas. Quero-te aqui, já e agora. Mas não te quero aqui por quases: quase que resultou, quase que durou. Quero-te muito mais que ontem à noite, mas muito menos que amanhã de manhã. Quero-te só, somente e apenas a ti. Por isso vem. Fica. Hoje quero-te comigo.