terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Se pedir para me desprezares, não ignores. Permanece no silêncio de um olhar e na amargura de um abraço. Se pedir para me contemplares, não ignores. Observa-me de olhos fechados e protege-me com o coração. Se pedir para me relembrares, não ignores. Indaga erros e folheia razões. Se pedir para conversar, não ignores. Questiona o amor e afirma o ódio. Se pedir para me decifrares, não ignores. Remexe-me o ser e agita-me a alma.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Aprendi que o amor não tem idade ou facetas. Que a felicidade vem de dentro e é exclusiva. Que os amigos se contam pelos dedos da mão e, muitas das vezes, nao chegam a completar uma dúzia. Que a família é um bónus de Deus e o ódio um presente do Diabo. Que a vida não é mais que um livro aberto, sem definição e conteúdo próprio. Que a morte é indefinida e a doença incerta. Que a esperança é desconfortável e o medo passageiro. Que a música é vida e a felicidade também. Que os homens não se alimentam do querer e aprovam a vingança. Mas, essencialmente, aprendi que viver não é sinonimo de sobreviver: é amar, confiar, perdoar. 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Vejo em ti todos os vocábulos jamais narrados. Porque melhor que tudo, és tu. Melhor que o mundo, que a lua, que o sol. Melhor que a Terra, que a Água, que o Ar. Porque melhor que todos, és tu. Melhor que as fadas, que os duendes, que os dragões. 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Desisto de tudo à primeira.