quinta-feira, 24 de outubro de 2013
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Se te dissesse que acreditava em vampiros, dizer-me-ias que era louca. Contudo, não somos todos loucos por acreditar no desconhecido?
Estes assuntos baralham-te. Sei bem que me irias pedir para parar de pronunciar tal palavras e isso iria deixar-me aborrecida. Mas eu não tenho medo de criaturas maravilhosas. Tenho medo da raça humana. Chamar-me-ias obcecada e eu revirar-te-ia os olhos. És medonho por não acreditar em tal coisa.
Hoje, não quero apaixonar-me por ti. Não quero sentir borboletas na barriga nem o espírito preso a alguém como tu. Não quero afixar os meus olhos, nem sorrir para ti. Não quero chorar por ti. Não quero chegar a casa e ter vontades súbitas de te enviar mensagens. Não quero escrever para ti. Não quero ler conversas antigas, nem observar fotografias do passado. Não quero associar-te a musicas. Não quero esperar por ti ao fim do dia. Não quero pensar em ti, nem no teu maldito feitio.
Hoje, não quero saber de ti.
Subscrever:
Mensagens (Atom)