domingo, 22 de setembro de 2013

Procuras por mim em cada mulher que encontras.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Se te dissesse que acreditava em vampiros, dizer-me-ias que era louca. Contudo, não somos todos loucos por acreditar no desconhecido? 
Estes assuntos baralham-te. Sei bem que me irias pedir para parar de pronunciar tal palavras e isso iria deixar-me aborrecida. Mas eu não tenho medo de criaturas maravilhosas. Tenho medo da raça humana. Chamar-me-ias obcecada e eu revirar-te-ia os olhos. És medonho por não acreditar em tal coisa. 
Hoje, não quero apaixonar-me por ti. Não quero sentir borboletas na barriga nem o espírito preso a alguém como tu. Não quero afixar os meus olhos, nem sorrir para ti. Não quero chorar por ti. Não quero chegar a casa e ter vontades súbitas de te enviar mensagens. Não quero escrever para ti. Não quero ler conversas antigas, nem observar fotografias do passado. Não quero associar-te a musicas. Não quero esperar por ti ao fim do dia. Não quero pensar em ti, nem no teu maldito feitio.
Hoje, não quero saber de ti.
Que descansem em paz todos aqueles que morreram inocentes à doze anos atrás. A todos os familiares e amigos, uma grande dose de coragem.